Garantir fornecimento estável e competitivo de energia renovável para operações eletrointensivas no Brasil, com caminho para autoprodução e avanço na meta de carbono neutro até 2050
A Dow é uma das maiores indústrias químicas do mundo — empresa eletrointensiva com compromisso público de alcançar a neutralidade de carbono até 2050. À época do primeiro acordo com a Casa dos Ventos, a Dow já possuía 850 MW de capacidade de energia renovável contratada globalmente, superando sua meta de sustentabilidade para 2025.
Para suas operações no Brasil, a companhia precisava de uma solução que garantisse fornecimento estável, competitividade de longo prazo e, futuramente, a possibilidade de operar como autoprodutora — reduzindo a exposição à volatilidade do mercado regulado de energia.
Dois contratos APE com a Casa dos Ventos: 83,1 MWm eólicos via Rio do Vento e 50 MWm solares via Seriemas, totalizando 133,1 MWm
A Dow firmou dois contratos de aquisição de energia renovável com a Casa dos Ventos no modelo de Autoprodução por Equiparação (APE). O primeiro vincula a Dow ao Complexo Eólico Rio do Vento, no Rio Grande do Norte. O segundo conecta a Dow ao Complexo Solar Seriemas. Em ambos, além da compra de energia, a Dow passou a poder investir em SPEs (Sociedades de Propósito Específico), viabilizando o regime de autoprodução no futuro.
Essa parceria com a Casa dos Ventos reforça o compromisso da Dow em alcançar a neutralidade de carbono até 2050. Temos investido na diversificação das nossas matrizes energéticas e, atualmente, possuímos 850 MW de capacidade de energia renovável contratada, superando nossa meta de sustentabilidade 2025.
Diz Claudia Schaeffer, diretora de Energia da Dow para América Latina.
Conseguimos injetar mais de 1 GW de capacidade de geração eólica no país com parceiros privados; ao mesmo tempo em que as empresas alinham seus negócios aos pilares da sustentabilidade, a matriz elétrica renovável ganha um importante adicional.
Diz Lucas Araripe, diretor executivo da Casa dos Ventos.
133,1 MWm de energia renovável em dois contratos APE, com opção de autoprodução e avanço na meta de carbono neutro até 2050
- Opção futura de investimento em SPE nos dois complexos, viabilizando o regime de autoprodução;
- Contribuição direta para a meta de neutralidade de carbono da Dow até 2050;
- Previsibilidade de custos e proteção contra volatilidade do mercado regulado de energia.
Em um período de aumentos constantes no preço da energia, a modalidade traz maior segurança, coloca o consumidor como agente ativo na geração da energia que ele utiliza, menos exposto aos cenários desfavoráveis e independente do mercado regulado.
Reitera Lucas Araripe.



