Tornar-se autoprodutora de energia sem assumir os riscos de construção de uma usina própria, reduzindo custos e ganhando previsibilidade em operações intensivas em energia
A Anglo American, uma das maiores empresas de mineração do mundo, buscava reduzir custos e ganhar previsibilidade energética em suas operações no Brasil, ao mesmo tempo em que avançava em sustentabilidade. Para isso, precisava de um modelo que fosse além do contrato tradicional de fornecimento: queria se tornar autoprodutora, enquadramento que reduz custos por meio da isenção de encargos setoriais.
O problema é que a autoprodução historicamente exigia escala e investimento direto em geração própria — algo fora do core business de uma mineradora. A Anglo American precisava de um parceiro que absorvesse esses riscos sem abrir mão dos benefícios do modelo.
Participação acionária em três das oito SPEs do Complexo Rio do Vento (504 MW), tornando a Anglo American a primeira unidade do grupo no mundo a se tornar autoprodutora
A Casa dos Ventos estruturou um modelo inédito: assumiu os riscos de construção e operação do Complexo Eólico Rio do Vento e, uma vez em operação, ofereceu à Anglo American a opção de se tornar sócia da usina — e assim autoprodutora. A mineradora tornou-se acionista de três das oito SPEs que compõem o complexo.
Desenvolvemos um modelo novo, em que assumimos os riscos de construção e operação do projeto e, uma vez que ele comece a operar, o cliente pode exercer a opção de se tornar sócio da usina e se tornar autoprodutor.
Afirma Lucas Araripe, diretor executivo da Casa dos Ventos.
95 MWm por 20 anos, 30% do consumo coberto e primeira unidade do grupo Anglo American no mundo a se tornar autoprodutora
- 95 MWm contratados;
- Contrato de 20 anos, início em 2022;
- ~30% do consumo das plantas no Brasil coberto;
- Primeira unidade do grupo Anglo American no mundo a se tornar autoprodutora.
- Redução de custos via isenção de encargos setoriais, própria do enquadramento como autoprodutor;
- Previsibilidade energética de longo prazo para operações intensivas em energia no Brasil.
Rio do Vento é um grande condomínio onde diversas companhias se beneficiam das economias de escala do empreendimento, um privilégio que era restrito aos grandes autoprodutores e que ampliamos para demais empresas.
Diz Lucas Araripe.



