No entorno dos parques eólicos, o vento tem transformado a vida de muitas pessoas para melhor, seja com novas oportunidades de trabalho, direto e indireto, ou com a regularização de terras e a complementação na renda mensal de agricultores que arrendam suas terras para a instalação de aerogeradores.

“Além disso, há a melhoria de vias e acessos da região, o surgimento de uma cadeia de prestação de serviços para os parques eólicos e uma maior arrecadação dos municípios”, afirma Lucas Araripe, diretor de novos negócios da Casa dos Ventos.

Ele avaliou que o vento forte e constante que incide em algumas áreas do Piauí, torna o estado uma das regiões mais promissoras para a viabilização de parques eólicos. Além de boa infraestrutura elétrica para conectar os parques e órgãos de governo diligentes e proativos.

“O Piauí está se tornando uma das maiores fronteiras de produção eólica e este ritmo de crescimento continuará, cerca de 1.200 MW adicionais devem entrar em operação no Estado nos próximos três anos”, acrescentou o gestor.

A Casa dos Ventos ainda mapeia as principais carências de cada região e elabora diversos projetos sociais que visam reduzir estas demandas. Durante a construção dos empreendimentos localizados no Piauí, a companhia foi responsável pela geração de cerca de 3000 empregos diretos. Durante a fase de operação e manutenção, este contingente é reduzido pela menor necessidade de mão de obra.

Apenas um dos parques é capaz de abastecer 220 mil habitantes

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